terça-feira, 20 de agosto de 2019

SOMA E SUBTRAÇÃO DE FRAÇÕES COM DENOMINADORES DIFERENTES

Agora é a hora de testar o que você aprendeu em sala! Obaaa!!! 
Não esqueça de fazer o m.m.c para frações com o mesmo denominador.


quinta-feira, 4 de julho de 2019

INTOLERÂNCIA RELIGIOSA

INTOLERÂNCIA NAS ESCOLAS

            A questão é de grande relevância, dado o contexto de intolerância religiosa presente nas escolas públicas, afetando o bem-estar e a aprendizagem dos estudantes. De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar 2015, publicada em 2016 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 4,2% dos estudantes de 13 a 17 anos que disseram ter sido vítimas de humilhação na escola apontaram sua religião como motivo - é a quarta principal razão de provocações feitas pelos colegas, atrás apenas da aparência do corpo, da aparência do rosto e da cor/raça, e à frente de orientação sexual e região de origem.
         A pesquisa do IBGE não aponta quais religiões são mais alvo de preconceito entre os estudantes.  É frequente, porém, a discriminação contra religiões afro-brasileiras, como aponta o Informe Preliminar Missão Educação e Racismo no Brasil (2010) - Eixo: Intolerância Religiosa na Educação, da Relatoria do Direito Humano à Educação – uma iniciativa da Plataforma DHESCA (Direitos Humanos Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais), que articula 34 organizações e redes nacionais de direitos humanos.
Muitas vezes associada ao racismo, a discriminação se manifesta de diferentes formas. Inclui desde coação para fazer orações cristãs e retirar adereços relacionados às religiões afro-brasileiras até agressões verbais e físicas contra estudantes (com xingamentos, socos, pontapés e mesmo apedrejamento). Também há registros de demissão ou afastamento de professores adeptos de religiões afro-brasileiras ou que abordaram conteúdos dessas religiões em classe, proibição de uso de livros que tratam do tema e omissão diante de atos discriminatórios ou abusivos por parte de educadores e diretores, entre outras ações denunciadas à Relatoria e/ou divulgadas pela imprensa.
      Também é recorrente a discriminação contra adeptos de religiões protestantes, em especial as pentecostais e neopentecostais, como aponta a socióloga Miriam Abramovay na publicação Programa de Prevenção à Violência nas Escolas, e, mais recentemente, contra adeptos da religião muçulmana, que tem sido associada a atos terroristas realizados por extremistas islâmicos em diversas partes do mundo.
Agora é com você...
Produza um texto na disciplina de História com introdução, desenvolvimento e conclusão falando sobre como devemos agir em relação às religiões alheias, ou seja, das outras pessoas.

segunda-feira, 27 de maio de 2019

O pequeno herói da Holanda

O PEQUENO HERÓI DA HOLANDA
A Holanda é um país cuja maior parte do território fica abaixo do nível do mar. Enormes muralhas chamadas diques são o que impede o Mar do Norte de invadir a terra, inundando-a completamente. Há séculos o povo se esforça para manter as muralhas resistentes, a fim de que o país continue seco e em segurança. Até as crianças pequenas sabem que os diques precisam ser vigiados constantemente e que um buraco do tamanho de um dedo pode ser algo extremamente perigoso.
          Há muitos anos, vivia na Holanda um menino chamado Peter. Seu pai era uma das pessoas responsáveis pelas comportas dos diques. Sua função era abri-las e fechá-las para que os navios pudessem sair dos canais em direção ao mar aberto.
          Numa tarde do início do outono, quando Peter tinha oito anos, a mãe o chamou enquanto brincava:
          – Venha cá, Peter. Vá levar esses bolinhos do outro lado do dique para o seu amigo cego. Se você andar ligeiro e não parar para brincar, vai chegar em casa antes de escurecer.
O menino gostou da tarefa e partiu feliz da vida. Ficou um bom tempo com o pobre cego, contando-lhe sobre o passeio da vinda e o sol e as flores e os navios lá no mar. De repente, lembrou-se da mãe dizendo para voltar antes de escurecer, despediu-se do amigo e tomou o rumo de casa.
Quando passava pelo canal, percebeu como as chuvas tinham feito subir o nível da água e que elas estavam batendo forte contra o dique, e pensou nas comportas do pai.
“Que bom que elas são tão fortes! Se quebrassem, o que seria de nós? Esses campos lindos ficariam inundados. Meu pai sempre diz que as águas estão ‘zangadas’. Parece que ele acha que elas estão zangadas por ficarem presas tanto tempo.”
O menino parava a toda hora para pegar umas florzinhas azuis que cresciam à beira do caminho, ou para escutar o barulhinho dos coelhos andando pela relva. Mas, com maior frequência sorria ao pensar no pobre cego que tão poucos prazeres tinha e tanto apreciava suas visitas.
           De repente, percebeu que o sol estava se pondo e escurecia rápido. “Minha mãe vai ficar preocupada”, pensou ele, já correndo para chegar logo em casa.
Nesse exato momento, ouviu um barulho. Parecia água respingando! O menino parou e foi procurar de onde vinha. Encontrou um buraquinho no dique por onde estava correndo um fio de água.
Qualquer criança na Holanda morre de medo só de pensar num vazamento dos diques. Peter compreendeu o perigo imediatamente. Se a água passasse por um buraco qualquer, de pequeno ele logo se tornaria grande, e todo o país seria inundado. O menino prontamente percebeu o que deveria fazer. Jogou fora as flores, desceu a encosta lateral do dique e enfiou o dedo no furo.
A água parou de vazar! E Peter ficou pensando com seus botões: “Ahá! As águas zangadas vão ficar presas. Posso contê-las com meu dedo. A Holanda não vai ser inundada enquanto eu estiver aqui.”
Correu tudo bem no início, mas logo escureceu e esfriou. O menino começou a gritar bem alto:
– Socorro! Alguém venha até aqui!
Mas ninguém ouviu; ninguém veio ajudar.
Foi fazendo cada vez mais frio; o braço começou a doer e a ficar dormente. Ele tornou a gritar:
– Será que ninguém vai vir até aqui? Mãe! Mãe!
Mas ela já tinha procurado pelo menino várias vezes desde que o sol se fora, olhando pelo caminho do dique até onde a vista alcançava, e decidiu voltar para a casa e fechar a porta, achando que ele havia decidido passar a noite com o amigo cego, e estava disposta a brigar com ele no dia seguinte de manhã por ter ficado fora de casa sem sua permissão.
Peter tentou assobiar, mas os dentes batiam de frio. Pensou no irmão e na irmã, aconchegados no calor de suas camas, e no pai e na mãe queridos. “Não posso deixá-los afogar. Preciso ficar aqui até que alguém venha, mesmo que passe a noite inteira.”
A lua e as estrelas brilhavam, iluminando o menino recostado numa pedra junto ao dique. A cabeça pendeu para o lado, os olhos se fecharam, mas Peter não adormeceu, pois toda hora esfregava a mão que estava detendo o mar zangado.
“De alguma forma, eu vou aguentar!” pensava ele. E passou a noite inteira ali, contendo as águas.
De manhã, bem cedinho, um homem a caminho do trabalho achou ter ouvido um gemido enquanto passava por cima do dique. Inclinou-se na borda e encontrou o menino agarrado à parede da muralha.
– O que aconteceu? Você está machucado?
– Estou contendo a água do mar! – gritou Peter. – Mande vir socorro logo!
O alerta foi dado imediatamente. Chegaram várias pessoas com pás, e logo o furo estava consertado.
Peter foi levado para casa, ao encontro dos pais, e rapidamente todos ficaram sabendo que ele lhes havia salvo as vidas naquela noite. E até hoje, ninguém se esquece do corajoso pequeno herói da Holanda.

BENNET, William J. (org.). O Livro das Virtudes para Crianças. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997. p. 12-18.

segunda-feira, 13 de maio de 2019

ACHE OS VERBOS

Olá, amores da minha vida!

Essa atividade é bem fácil!

1- Observe as frases abaixo e identifique os verbos.
 a) Moramos no mesmo planeta.
b) Meu pai é lindo.
c) Quero muito que você volte logo para casa.
d) A minha mãe adora escutar música.
e) Você participou de algum jogo ontem?
f) Mariana já tem ingressos para o cinema.
g) Os alunos veem o blog da tia Amanda.
h) As meninas amam o cantor.
i) Irei ao parque no sábado.
j) A tia Amanda ama quando os alunos estão aprendendo.
k) A minha escola é a melhor escola do mundo.
l) Essa atividade foi muito fácil.
m) Espero que na prova esteja assim também.
n) Agora, é só esperar a correção em sala de aula.

domingo, 21 de abril de 2019

PREPOSIÇÃO - ESSA É MOLEZA!


Lembrando que a palavra que estabelece uma relação entre dois termos da oração é chamada de Preposição
1 - Identifique as preposições nas frases abaixo e anote as respostas em seu caderno.

a) O caderno está sobre a mesa.

b) O réu está perante o juiz

c) Meu avó foi com a minha mãe para o mercado, e até agora não voltou.

d) O dia hoje foi, sem dúvidas, o melhor de todos.

e) Usava uma camisa de lycra.

f) A rua foi fechada para corrida.

g) Ele foi sem caderno para escola.

h) Desde que cheguei não encontro meu pai.

RESENHA CRÍTICA: O QUE ACHAMOS DE VINGADORES – ULTIMATO. SEM SPOILERS!

Quando a história se inicia, no entanto, os heróis sobreviventes de  Guerra Infinita  não parecem dispostos a encarar a missão.  Tony S...